A Escola do Futuro

Este tema tem sido objeto de vários debates envolvendo novas tecnologias e novas metodologias pedagógicas e didáticas.

 Podemos dizer que a escola do futuro é hoje, onde há projetos a funcionar com grande qualidade e eficácia em todos os continentes.
Antes de vermos alguns casos em curso, proponho uma análise sobre a evolução para a escola do futuro, que passa por três momentos:
  1. A evolução do processo de ensino;
  2. A escola do presente;
  3. Reflexões sobre a escola do futuro.
Antes porém vale a pena uma síntese sobre:
Uma comunicação apresentada na Instituto Superior de Educação da Cidade do Porto
destinado à formação de professores

https://youtu.be/UnSVYsoNrBw


Em seguida caraterizamos a evolução do processo em três vídeos.


2500 anos de evolução do ensino PT


A evolução dos processos de ensino. As técnicas e os métodos.





A escola de hoje PT


Será que estamos a ensinar os nossos filhos para serem competitivos num Mundo globalizado?







A escola do futuro PT


Quais os cenários, quais os métodos, quais as técnicas, quais as competências dos professores para a escola do futuro, Hoje...


Será que as nossas instituições e nós professores estamos preparados para a "Escola do Futuro, hoje"?






Escolhi vários exemplos que retratam bem esta temática.

Escola primária e secundária de Ariño em Aragão, Espanha, onde um projeto de sucesso funciona há mais de 10 anos.

   
 http://youtu.be/4mqb1QfPMe8


Outro caso interessante a ser analisado é uma experiencia tecnológica que está a ser realizada na Correia do Sul e justifica também conhecer.


Ou o sistema educativo Finlandês, o mais cotado no mundo.


Ou ainda o sistema de ensino no Japão

Ou será a opção da educação socialista de Cuba?
A questão fundamental em reflexão é, qual o perfil da “Escola do Futuro” que queremos?
E quem são os nossos alunos?

Enorme alteração se tem verificado no perfil comportamental dos nossos “clientes”/ alunos.
Os nossos alunos estão hoje identificados, como sendo, “digital learners”, com estilos e perfis de aprendizagem diversos, cuja aprendizagem se faz de forma multimodal, por vários canais, (visual, auditivo, de leitura e não verbal), tendencialmente superficiais e que nos pedem cada vez mais conteúdos multimédia e formatos mistos de ensino à distância.

Vale pois a pena refletir como se aprende.
 http://youtu.be/-yqpok-zZCs

 Podermos dizer que para ensinar deve existir um ambiente tecnológico, adequado com computadores, projetores e se possível quadros interativos. 
Mas talvez o aspeto mais importante sejam as competências tecnológicas e pedagógicas dos professores.

A este propósito coordenámos um projecto de investigação que decorreu durante mais de um ano e estiveram envolvidas universidades de vários países europeus, norte e sul americanos e cujas conclusões apresentámos na conferencia internacional da Universidade de Udmurt na Russia..




E no congresso da Universidade John F. Kennedy da Argentina



Alguns exemplos de conteúdos multimédia para crianças que foram feitos com narração de crianças do pré escolar  na "Escola do futuro Hoje", EB1- Maria Luciana Seruca em Oeiras, Portugal.

Os direitos da criança  http://youtu.be/jcOkhr2kzc8


O super mãos limpas –   http://youtu.be/s19woproO1k

O ciclo da água – http://youtu.be/KqKp52ZAlFQ

História de uma gota de água - http://youtu.be/TuErQXVm9_8












A lenda de S. Martinho –   http://youtu.be/W8L8NXGAb1E




1 de Maio Dia do sol - http://youtu.be/VmKiuU37JjQ













A ida ao circo -  http://youtu.be/5rOKv5CLcVY











Alguns exemplos em espanhol

Derechos de los niños - http://youtu.be/M2W2sbf_QcQ
La galina Rubia - http://youtu.be/9Ldg8L0n01s

Historia de una gotita de agua -  http://youtu.be/8X3eP8iAuQE

Em Inglês
Children´s rights -  http://youtu.be/-45NCBQijcc

 Outra vertente importante a ser tida em linha de conta é o uso de jogos pedagógicos para aprender.

Como nos diz Daniel Golman, a inteligência emocional é uma realidade concreta e apelativa que os processos lógicos. Há por isso que tirar partido dela.

Vamos por isso deixar alguns exemplos que demonstram o seu potencial.

Jogo pedagógico para crianças do pré escolar.

















 No futuro, as aulas terão forte suporte multimédia, como por exemplo uma aula de história sobre a Expansão europeia no século XV, dirigida ao ensino secundário,  totalmente suportada em conteúdos multimédia, disponível em:  http://areis-pt-descobrimentos.blogspot.pt/
 














Ou ainda transformar os exames em jogos pedagógicos.
Prova de aferição de matemática do 4º ano do primeiro ciclo, convertido em formato de jogo pedagógico.

Mas se o enfoque é ensino à distância então sugiro a visualização de um dos seguintes vídeos sobre a dissertação de tese de doutoramento europeu subordinada ao tema  :

"Implicaciones tecnológicas y pedagógicas del uso de aulas virtuales síncronas en enseñanza no presencial".

"Technologic and pedagogic aspects of using virtual classrooms in distance teaching"


Um exemplo interessante foi ainda, implementar tecnologicamente condições de ensino à distância para surdos.
Projeto apresentado a pedido do Governo Frances, na Universidade de Rouen

http://olcw.thegraal.net/diversos/rouen-100114/rouen-100114.HTML
Re Inventar a Universidade
 
Vale ainda a pena pensar os papeis que a Universidade deverá representar no futuro. Neste contexto foi realizado em  13 de Abril 2013 na Universidade de Lisboa / ISEG um debate subordinado ao tema: “Re Inventar a Universidade”. Cujo vídeo do mesmo pode ser visto em:
  Cujos temas centrais que ficaram em aberto foram:

n  A universidade na investigação e na relação com as empresas
n  O papel como transmissora e certificadora conhecimento
n  Quais as competências pedagógicas e tecnológicas dos professores para a universidade do futuro
n  Que cenários tendenciais e quânticos, (ensino presencial versus ensino à distância), num nundo globalizado e planos estratégicos em conformidade
Ficam duas questões finais.

Ficam duas  questões finais.


1.       Será que nós professores estamos preparados para os desafios da “Escola do futuro”?

2.       Será que estamos a facultar aos jovens de hoje competências adequadas e suficientes para serem competitivos numa sociedade globalizada?